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Conheça as causas e os sintomas de bursite trocantérica, saiba como diagnosticar e tratar essa inflamação e descubra quanto tempo leva para melhorar.
Publicado em: 11/11/2025 - Atualizado em: 17/03/2026
A bursite trocantérica é uma inflamação dolorosa que afeta a bursa localizada na parte lateral do quadril, na região mais proeminente do fêmur. Essa pequena bolsa cheia de líquido tem a função de reduzir o atrito entre os ossos e os tecidos moles e, assim, permitir movimentos suaves e sem dor ¹, ².
Quando a bursa fica irritada ou inflamada, você pode sentir desconforto constante, dor que se irradia para a coxa, nádega ou até mesmo para o joelho ².
Esse problema é mais comum do que parece e pode atingir tanto pessoas ativas quanto aquelas com rotina sedentária. De modo geral, impacta atividades simples do dia a dia, como caminhar, deitar de lado ou subir escadas ¹, ².
Se você ou alguém próximo sente dor no quadril, compreender as causas, os sintomas e as formas de alívio é essencial. Especialmente para saber a hora de procurar orientação médica.
Continue a leitura e descubra as causas dessa inflamação, por que bursite trocantérica dói ao caminhar e como lidar com esse desconforto.
Resumo
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É uma condição caracterizada pela inflamação da bursa, uma pequena bolsa cheia de líquido que funciona como amortecedor entre os ossos, músculos e tendões. No quadril, a área mais afetada se localiza na parte externa da coxa, bem sobre o trocânter maior, a ponta óssea do fêmur 1, 2.
Essa inflamação provoca dor lateral no quadril, que muitas vezes irradia para a nádega ou desce pela coxa até o joelho. Por isso, é também chamada de bursite no quadril, já que atinge diretamente essa articulação essencial para movimentos simples, como andar, sentar ou subir escadas ¹.
As bursas estão espalhadas por todo o corpo, protegendo áreas sujeitas a atrito. Assim, funcionam como “almofadas naturais”, o que reduz o desgaste entre os ossos e tecidos moles ².
Quando essa parte do quadril é irritada ou lesionada, ocorre a inflamação que gera dor e limita a mobilidade ².
Embora não seja geralmente uma condição grave, este tipo de bursite pode comprometer bastante a qualidade de vida, o que exige atenção médica para o diagnóstico e o tratamento adequados ².
Quedas sobre o quadril, movimentos repetitivos, sobrecarga mecânica (como em exercícios físicos e esportes), alterações hormonais, doenças inflamatórias (como artrite ou gota) e cirurgias prévias estão entre as causas mais comuns. Além disso, idade avançada e postura inadequada aumentam o risco de desenvolver a condição 1, 2.
Embora em muitos casos a causa exata seja difícil de identificar, alguns gatilhos são bem conhecidos. Atividades físicas intensas, traumatismos diretos ou até permanecer muito tempo deitado sobre o quadril podem desencadear dor persistente 1, 2.
Confira a seguir o que provoca a bursite 1, 2:
Reconhecer esses fatores é essencial para prevenir crises e adotar hábitos que protegem a articulação do quadril. Para identificar a causa e buscar o diagnóstico precoce, descubra os sinais mais comuns dessa inflamação da bursa 1, 2.
O principal sintoma é a dor na parte lateral do quadril, geralmente tipo pontada ou queimação, que piora ao deitar sobre o lado afetado, subir ou descer escadas, correr em terrenos irregulares ou após longos períodos sentado. O desconforto costuma se intensificar com a palpação da região 1, 2.
É importante entender que, muitas vezes, não apenas a bursa está inflamada, mas também estruturas ao redor, como tendões e músculos dos glúteos. Por isso, os sintomas podem se expandir para áreas próximas 1, 2.
Os principais sinais são 1, 2:
Porque a bursa inflamada na lateral do quadril fica comprimida e sofre atrito durante o movimento da articulação. Cada passo ativa músculos e tendões que passam sobre essa estrutura, aumentando a pressão local e provocando dor, sensibilidade e dificuldade para apoiar o peso do corpo normalmente 1, 2.
Leia também: Contratura muscular: causas, sintomas e formas de tratamento
O diagnóstico começa geralmente com a avaliação clínica. O médico investiga os sintomas, além de examinar a região em busca de sensibilidade e limitação de movimento. Esse passo é suficiente para identificar grande parte dos casos. No entanto, em situações mais complexas, ele pode pedir exames de imagem 1, 2.
Alguns exames para confirmar o diagnóstico e descartar outras condições são 1, 2:
Medidas simples podem ser suficientes, como 1, 2:
Em casos mais intensos, os médicos podem indicar injeções de corticosteroides diretamente na bursa para alívio rápido da dor 1, 2.
Se o incômodo persistir mesmo após meses de tratamento, pode-se considerar a cirurgia. O procedimento, realizado por via aberta ou endoscópica, remove a bursa inflamada e, quando necessário, corrige lesões em músculos adjacentes. No entanto, a cirurgia é rara e reservada apenas a situações resistentes ¹.
Procurar um médico é essencial sempre que a dor for intensa, persistente ou limitar a mobilidade. O tratamento precoce aumenta as chances de recuperação completa e reduz o risco de cronificação da lesão ¹.
A dor pode intensificar à noite porque a pressão prolongada sobre o quadril inflamado aumenta a compressão da bursa, além de reduzir a movimentação natural do dia. Quando a região permanece apoiada por muito tempo, a sensibilidade local aumenta, favorecendo desconforto e dificuldade para encontrar uma posição confortável para dormir 1, 2.
As seguintes dicas podem te ajudar a ter uma noite mais confortável 1, 2:
Na maioria dos casos, o quadro pode ser controlado e resolvido com tratamento adequado. O manejo costuma incluir repouso relativo, fisioterapia, fortalecimento muscular e controle da inflamação. Quando os fatores desencadeantes são corrigidos, como sobrecarga ou desequilíbrio muscular, os sintomas tendem a desaparecer, permitindo retorno gradual às atividades habituais 1, 2.
A evolução varia conforme a intensidade da inflamação e a adesão ao tratamento. Em quadros leves ou moderados, a melhora costuma ocorrer ao longo de algumas semanas com fisioterapia e ajustes nas atividades. Casos mais persistentes podem levar alguns meses até recuperação completa, especialmente quando há sobrecarga repetitiva na articulação 1, 2.
Exercícios de alongamento suave e fortalecimento gradual dos músculos do quadril e glúteos costumam auxiliar na recuperação. No início, é recomendado evitar corrida, saltos, subidas intensas e atividades que aumentem o impacto lateral no quadril. Movimentos controlados, orientados por fisioterapia, ajudam a reduzir a dor e melhorar a estabilidade 1, 2.
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Formado em Medicina pela Faculdade de Medicina de Santo Amaro em 1994, com residência em Ginecologia e Obstetrícia no Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo, concluída em 1996. Atuou na liderança de unidades hospitalares e maternidades entre 2004 e 2005, onde adquiriu sólida vivência em gestão médico-hospitalar.
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