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Saiba como reconhecer a síndrome de Quervain e descubra formas práticas de aliviar a dor e proteger o punho durante as atividades do dia a dia.
Publicado em: 14/01/2026 - Atualizado em: 14/01/2026
Acordar com o punho dolorido pode parecer um detalhe normal, até que pequenos gestos, como segurar uma xícara ou mexer no celular, começam a incomodar mais do que deveriam. É justamente então que a síndrome de Quervain pode aparecer, especialmente em quem repete tarefas manuais sem perceber o impacto sobre os tendões.
Em uma rotina cheia de digitação, uso constante do mouse, hobbies, como crochê e jardinagem, ou nos esforços repetitivos dos cuidados com um bebê, a dor na base do polegar pode surgir aos poucos e aumentar dia após dia. Logo, os sintomas da síndrome de Quervain podem transformar movimentos que eram simples em verdadeiros desafios diários.
Neste artigo, saiba mais sobre essa condição, aprenda a identificar os primeiros sinais e o que realmente ajuda a aliviar o desconforto. Boa leitura!
Resumo
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É uma inflamação na bainha que envolve os tendões, dois músculos responsáveis por movimentar o polegar. A condição causa dor, limitação e sensibilidade na parte lateral do punho, especialmente enquanto mexe o dedo. É comum em pessoas que realizam atividades repetitivas, como segurar objetos, digitar ou manusear ferramentas 1,2.
Também chamada de tenossinovite de De Quervain, pode surgir após sobrecarga repentina ou durante períodos em que se exige muito esforço da região, como no pós-parto 1-3.
Os principais sintomas são 1,2:
Entre as causas mais comuns, destacam-se 1-3:
A condição é mais frequente em mulheres, especialmente no pós-parto, e em pessoas que realizam esforços repetitivos com as mãos. Alguns profissionais, como digitadores, cuidadores, artesãos, esportistas e trabalhadores que usam ferramentas manuais, estão mais propensos a desenvolver o quadro devido às atividades que exercem 1-3.
Agora que você sabe o que causa a síndrome de Quervain e os fatores de risco, saiba como os médicos realizam o diagnóstico.
O diagnóstico é clínico, baseado na análise dos sintomas, na palpação da área dolorida e em testes específicos, como o teste de Finkelstein, que provoca dor ao tracionar o polegar em direção ao punho. Esse teste é considerado um dos principais indicativos da presença da síndrome 1,2,4.
Em alguns casos, o médico pode solicitar exames de imagem, como ultrassom, para avaliar a inflamação ou descartar outras causas de dor no punho e ter mais precisão no diagnóstico 1,2.
O tratamento combina algumas medidas, como 1,2:
A dor da síndrome é localizada na base do polegar e piora ao movimentar o dedo ou desviar o punho para dentro. Esse desconforto tende a ser bem específico e surge acompanhado de sensibilidade e estalidos, ao contrário de inflamações mais difusas que ocorrem no punho 1,2.
A recuperação varia conforme a gravidade e os cuidados que cada pessoa adota, mas muitos pacientes apresentam alívio significativo em poucas semanas. No entanto, casos mais intensos podem levar meses para melhorar, especialmente quando há sobrecarga repetida ou demora para iniciar o tratamento mais adequado 1,2.
Evite movimentos repetitivos com o polegar, levantar peso com a mão em desvio, digitar muitas horas sem realizar pausas, segurar o celular por longos períodos e realizar atividades que exigem força de preensão (movimento de agarrar). Em geral, a dica é reduzir ou adaptar toda ação que provoque dor 1,2.
A cirurgia é uma medida indicada somente para casos resistentes ao tratamento conservador. Porém, a maioria das pessoas melhora com repouso, fisioterapia, imobilização temporária, medicamentos e ajustes no dia a dia. A intervenção cirúrgica é necessária quando a dor persiste por meses e limita muito as funções da mão 1,2.
A síndrome de Quervain pode transformar movimentos simples em desafios dolorosos, mas a boa notícia para quem sofre com essa dor é que, com cuidados adequados, a maioria dos casos melhora significativamente 1,2.
Portanto, considere ajustes na rotina, uso de móveis ergonômicos, pausas estratégicas e exercícios para auxiliar na recuperação e na prevenção de novas crises 1,2.
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Formado em Medicina pela Faculdade de Medicina de Santo Amaro em 1994, com residência em Ginecologia e Obstetrícia no Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo, concluída em 1996. Atuou na liderança de unidades hospitalares e maternidades entre 2004 e 2005, onde adquiriu sólida vivência em gestão médico-hospitalar.
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