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Descubra os melhores remédios para dor nas costas e entenda como escolher o tratamento certo para o seu caso
Publicado em: 29/08/2025 - Atualizado em: 29/08/2025
A lombalgia é uma das queixas mais comuns entre os brasileiros – e, nesses casos, encontrar um remédio para dor nas costas eficaz pode fazer toda a diferença no dia a dia. Afinal, a condição, que atinge pessoas de todas as idades, profissões e estilos de vida, pode surgir por má postura, esforço físico, contraturas ou até mesmo por estresse.1,2,3,4
O desconforto compromete a produtividade, a mobilidade e o bem-estar de forma significativa. Como existem diferentes causas e intensidades, a escolha do tratamento exige atenção. Alguns medicamentos aliviam a dor, outros reduzem a inflamação, enquanto certos compostos agem diretamente na musculatura.5
A seguir, você vai conhecer as opções mais indicadas e como escolher o melhor caminho para o alívio seguro e eficaz. Boa leitura!
Analgésicos para dor nas costas são medicamentos que atuam diretamente no alívio do sintoma doloroso, sem necessariamente tratar a causa da dor. Ou seja, não combatem a inflamação ou a tensão muscular diretamente, mas são fundamentais para tornar o desconforto mais suportável, especialmente em momentos de crise ou dor aguda.6
Esses medicamentos podem ser de venda livre ou controlada, a depender da intensidade da dor e do princípio ativo presente em sua fórmula.6
Geralmente, o médico seleciona o tipo de analgésico conforme a origem e a duração da dor. Os mais comuns são os não opioides, como a dipirona, que é popular para o alívio de dores leves a moderadas. Quando o desconforto é mais intenso ou persistente, o profissional pode recomendar o uso de analgésicos mais potentes ou associados a outras substâncias, como relaxantes musculares.6
Entre os medicamentos mais comuns estão os analgésicos anti-inflamatórios não esteroides (AINEs), como ibuprofeno e diclofenaco. São ativos que reduzem a dor e a inflamação simultaneamente.6
Já a dipirona, embora muito eficaz no alívio da dor, não pertence a essa classe. Seu mecanismo de ação é diferente e oferece, além da analgesia, efeitos antipiréticos e espasmolíticos – o que pode ser uma vantagem em casos de dores musculares associadas a espasmos. Logo, dipirona é uma opção de remédio para dor nas costas.6,7,8
Sim, a dipirona serve para dor nas costas. Esse medicamento é amplamente comum no Brasil por seu efeito analgésico potente e rápido. A dipirona monoidratada atua no sistema nervoso central, reduz a percepção da dor e conta com ação antipirética (contra febre) e espasmolítica (contra espasmos musculares), o que a torna especialmente útil em casos de dor com tensão ou contratura.7,8
A dipirona pode ser uma boa escolha em situações de dor leve a moderada, principalmente quando associada a incômodo muscular. Sua ação não é anti-inflamatória, mas seu perfil multifuncional ajuda a melhorar o desconforto de maneira ampla.7,8
Ainda assim, é essencial respeitar as orientações médicas quanto à dosagem e à frequência de uso, e evitar a automedicação frequente.7,8
Leia também: Quem pode tomar dipirona? Indicações, riscos e posologia
Não existe um único remédio que funcione para todos os casos de dor nas costas. O melhor medicamento depende da causa da dor, intensidade e da resposta individual do paciente.
No entanto, em geral, os analgésicos simples, como a dipirona, são os mais indicados para dores leves. Já para dores musculares, especialmente quando há contratura, os relaxantes musculares se destacam.7,8,9
Atualmente, você pode encontrar no mercado os medicamentos de ação combinada, que se destacam por aliar diferentes mecanismos de alívio em uma única fórmula. Esse tipo de remédio costuma reunir um analgésico com um relaxante muscular, a fim de tratar não só a dor, mas também a rigidez e a tensão.10
Dessa forma, são boas opções quando a dor limita os movimentos e interfere nas atividades do dia a dia.
Sim, Neosaldina Muscular tem dipirona em sua composição. Cada comprimido contém 300 mg de dipirona monoidratada, além de 35 mg de citrato de orfenadrina (um relaxante muscular) e 50 mg de cafeína (estimulante que potencializa o efeito analgésico).10
Já Neosaldina Muscular Max é um remédio para dor muscular forte, com o dobro da concentração da fórmula original e ação extraforte a partir de 30 minutos, ideal para aliviar a dor no corpo e a tensão muscular intensa.
Essa combinação torna o medicamento eficaz no alívio de dores musculares associadas a contraturas, muito comuns nas costas e região lombar.10
Como remédio para dor nas costas, Neosaldina Muscular atua com uma ação dupla, já que alivia a dor e relaxa a musculatura ao mesmo tempo. É um diferencial particularmente útil quando a dor tem relação com espasmos musculares ou tensão. Seu efeito começa cerca de 30 minutos após a ingestão, o que garante um alívio rápido e perceptível em situações de crise.10
A administração de Neosaldina Muscular deve ser por via oral e a recomendação é de 1 a 2 comprimidos, de 3 a 4 vezes ao dia, sempre com líquido. É importante não ultrapassar a dose máxima diária e jamais mastigar, partir ou abrir as drágeas, o que pode comprometer a liberação adequada do medicamento no organismo.10
Apesar de ser um remédio eficaz de venda livre para dor nas costas, é essencial seguir as instruções da bula e as orientações do profissional de saúde. Afinal, o uso excessivo ou por períodos prolongados pode trazer efeitos adversos e mascarar problemas mais sérios que exigem tratamento específico.10
Converse com seu médico sobre Neosaldina Muscular. Com ação analgésica e relaxante, é uma opção prática e eficaz de remédio para dor nas costas.
Neosaldina_®_ Muscular. Comprimido revestido. Dipirona monoidratada + citrato de orfenadrina + cafeína. M.S. 1.7817.0977. Indicações: é indicada no alívio da dor associada a contraturas musculares, incluindo dor de cabeça tensional. SE PERSISTIREM OS SINTOMAS, O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO. MAIO/2025
Formado em Medicina pela Faculdade de Medicina de Santo Amaro em 1994, com residência em Ginecologia e Obstetrícia no Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo, concluída em 1996. Atuou na liderança de unidades hospitalares e maternidades entre 2004 e 2005, onde adquiriu sólida vivência em gestão médico-hospitalar.
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