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O desconforto pode ser descrito como uma fisgada ou pontada na sola do calcanhar, principalmente ao se levantar pela manhã ou depois de passar horas sentado.
Publicado em: 20/08/2026 - Atualizado em: 20/08/2026
Na maioria dos casos, esse desconforto causa ardência, inchaço, formigamento, dormência e dificuldade de movimentação. Nos casos mais graves, você pode sentir como se estivesse pisando direto no osso ou se uma pedra afiada fosse pressionada na parte mais sensível do pé 1,2.
Para evitar esse tipo de situação, nesse post você confere o que pode ser a causa dessa dor, como aliviar o incômodo e que tipo de remédio pode amenizar o quadro no dia a dia.
Resumo
● A dor pode surgir por diferentes causas, como fascite plantar, tendinite ou fraturas por estresse, e afeta pessoas de todas as idades 1,2.
● O diagnóstico inclui conversa com o médico, exame físico e, em alguns casos, exames de imagem para identificar a origem do problema 1.
● Tratamentos não cirúrgicos, como alongamentos, fisioterapia, palmilhas e medicamentos podem aliviar os sintomas e reduzir a inflamação 1.
● Os principais remédios para dor na sola do calcanhar são os anti-inflamatórios, corticoides, analgésicos e relaxantes musculares. Para definir o que tomar, é recomendado procurar um ortopedista 1,2.
● Para casos de tensão muscular nos pés, Neosaldina® Muscular e Neosaldina® Muscular MAX oferecem alívio prático e eficaz para retomar a rotina com mais conforto 3.
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O desconforto pode ser descrito como uma fisgada ou pontada na sola do calcanhar, principalmente ao se levantar pela manhã ou depois de passar horas sentado. Normalmente, o incômodo melhora depois de alguns minutos, mas sempre retorna. Às vezes, você também sente dormência, formigamento e inchaço 1,2.
Porém, os sintomas variam bastante de acordo com a causa. Por esse motivo, veja a seguir o que pode ser a dor na sola do pé. Separamos uma lista com 8 condições comuns que desencadeiam esse tipo de mal-estar 1,2.
As principais causas incluem a fascite plantar (inflamação no tecido da sola do pé) e o esporão do calcâneo (crescimento ósseo extra no calcanhar). Outros gatilhos comuns são bursite, tendinite de Aquiles, doença de Sever, deformidade de Haglund, atrofia do coxim plantar e fratura por estresse 1,2.
Saiba mais sobre essas condições.
O tendão de Aquiles liga o músculo da panturrilha ao osso do calcanhar e é o mais longo e resistente do corpo. Corredores e jogadores de basquete têm mais chances de desenvolver problemas nessa região. O uso excessivo provoca inflamação, causa dor, inchaço e rigidez na parte de trás do calcanhar 1,2.
A bursite aparece quando as bursas, pequenas bolsas com líquido que protegem as articulações, inflamam. Essas estruturas ajudam a suavizar os movimentos, mas, quando incham, causam dor na parte de trás do calcanhar, parecida com a de um hematoma. O problema geralmente surge após longos períodos em pé 1,2.
A doença de Sever é uma causa frequente de dor no calcanhar em crianças ativas entre 8 e 14 anos. Indivíduos nessa faixa etária que praticam atividades com corrida e salto apresentam maior risco de desenvolver o problema 1,2.
Isso porque o aumento da atividade atlética irrita a placa de crescimento localizada na parte posterior do calcanhar 1,2.
A fascite plantar representa a inflamação da fáscia plantar, um ligamento resistente e em formato de corda que se estende desde o osso do calcanhar até a ponta do pé. A anatomia individual do pé frequentemente contribui para o desenvolvimento da condição 1,2.
Por exemplo, pessoas com arcos muito altos ou muito baixos apresentam maior tendência a desenvolver esse tipo de lesão 1,2.
A deformidade de Haglund consiste em um aumento ósseo na parte posterior do calcanhar. A condição surge quando calçados esfregam constantemente contra a parte de trás do calcanhar, o que causa irritação no aumento ósseo e nos tecidos adjacentes 1,2.
Sapatos de solado rígido e scarpin exercem pressão na parte posterior do calcanhar e agravam a deformidade de Haglund. Por essa razão, muitas pessoas conhecem a condição como "calcanhar de bomba" 1,2.
Esforços repetitivos, exercícios intensos, esportes ou trabalho pesado geralmente causam lesões. Corredores, por exemplo, têm mais risco de fratura por estresse nos ossos do meio do pé, conhecidos como metatarsais. A osteoporose também favorece esse tipo de fratura 1,2.
Também conhecido pelo termo médico entesopatia de calcâneo, o esporão é um crescimento ósseo anormal no calcanhar. Pode se formar quando o tecido que reveste a sola do pé, a fáscia plantar, faz tração excessiva sobre o calcanhar 1,2.
O quadro pode passar anos sem causar sintomas, mas fatores como envelhecimento, sobrecarga, maus hábitos de rotina e sedentarismo podem desencadear a dor na sola do pé 1,2.
É o desgaste da “almofada” de gordura localizada na planta do pé, principalmente abaixo do tornozelo. O sintoma clássico é a dor na sola do calcanhar ao pisar, acompanhado da sensação de estar pisando diretamente sobre o osso 1,2.
Pode ser provocado pelo envelhecimento, diabetes, doenças reumáticas ou traumas (pancadas) e lesões repetitivas 1,2.
As principais recomendações incluem alongar a planta dos pés e massagear a região para relaxar as fibras musculares e aliviar a pressão nos nervos. O repouso também é importante, assim como aplicar bolsas de gelo e trocar o sapato por um modelo com melhor suporte e elevação no calcanhar 1,2.
Grande parte dos problemas que causam dor no calcanhar melhora com o tempo por meio de abordagens não cirúrgicas. O foco principal está no alívio do desconforto e da inflamação, no aumento da flexibilidade do pé e na redução do estresse sobre o calcanhar 1.
Veja mais informações sobre esse tipo de tratamento 1:
● compressas frias: aplicar bolsas de gelo por 15 minutos, de 2 a 3 vezes ao dia, pode aliviar a dor e o inchaço, principalmente após atividades que pioram o quadro;
● exercícios de alongamento: fazer movimentos que alongam tendões e músculos do calcanhar ajuda a reduzir a tensão e melhora a flexibilidade;
● bandagem e suporte: a fita médica aplicada corretamente dá estabilidade ao arco e ao calcanhar durante as atividades do dia a dia;
● fisioterapia: massagens e técnicas como o ultrassom terapêutico reduzem a inflamação, desfazem aderências e aliviam a dor no calcanhar;
● dispositivos ortóticos: palmilhas, talas noturnas, botas ortopédicas e calçados adequados aliviam a pressão no calcanhar e ajudam a reduzir a dor;
● imobilização: quando a dor se torna crônica e não responde ao tratamento, recomenda-se usar gesso ou bota ortopédica.
Cirurgias e tratamentos mais invasivos raramente são necessários 1.
Para contribuir com essas terapias conservadoras, o médico pode indicar o uso de remédios para amenizar o incômodo. No próximo tópico, você encontra algumas dessas soluções 1,2.
Os mais usados são os analgésicos, que reduzem a sensação de dor, e os anti-inflamatórios, indicados para aliviar a inflamação. Nos casos mais graves, o médico também pode recomendar injeções de corticoides para combater o inchaço e/ou relaxantes musculares a fim de diminuir a tensão no local 1,2.
É importante 1,2:
● usar calçados adequados: escolha sapatos com boa absorção de impacto, suporte ao arco do pé e pequena elevação de calcanhar. Palmilhas acolchoadas também ajudam;
● cuidar do peso: o peso corporal saudável pode diminuir a pressão sobre os calcanhares;
● descansar os pés: o descanso alivia a carga sobre a região;
● preparar o corpo antes do exercício: aqueça os músculos, faça alongamentos e prepare os tendões antes da atividade física para reduzir o risco de lesões.
É essencial ir ao médico se notar dor que não melhora com o tempo, mesmo após descansar ou tomar um analgésico. O mesmo vale para desconforto que provoca inchaço, inflamação, rigidez ou outro sintoma que dificulta a movimentação e compromete a habilidade de caminhar, mesmo que pequenas distâncias 1,2.
O diagnóstico representa o primeiro passo para resolver o problema e retomar a rotina com mais segurança. Entenda como esse processo funciona e quais etapas ajudam a identificar a causa do problema 1.
Na consulta, o médico conversa sobre os sintomas, pergunta quando a dor começou, qual a intensidade e em quais situações o incômodo piora. Depois, examina o pé com atenção, pressiona diferentes áreas e observa a forma, os arcos e a flexibilidade dos movimentos 1.
Os raios-X revelam fraturas, sinais de artrite, desalinhamentos e alterações nas articulações 1.
Quando o quadro exige uma análise mais detalhada, o médico solicita ressonância magnética ou ultrassom para investigar ligamentos, tendões e tecidos moles que não aparecem nesse tipo de imagem 1.
Na maioria das vezes, o médico não solicita esses exames logo no início da investigação 1.
As possíveis causas incluem esporão do calcâneo, inflamação nos tendões da perna ou do pé, fraturas, bursite, atrofia do coxim adiposo, bursite (inflamação nas bolsas de líquido que protegem as articulações) e a síndrome do túnel do tarso. Os sintomas variam de um quadro para outro 1,2.
Se você sente dor no pé ao pisar no chão assim que se levanta, pode se tratar de uma fascite plantar. A inflamação pode causar crises intermitentes com duração de 5 a 10 minutos. A dor irradia para os dedos e você pode sentir ardor, inchaço e rigidez 1,2.
É recomendado alongar a sola dos pés ao acordar, antes dos exercícios e de vez em quando durante o trabalho. Você também pode rotacionar os calcanhares e massagear a planta do pé; basta pressionar a parte dolorida suavemente e girar o tornozelo nos sentidos horário e anti-horário 1,2.
O mais indicado é o ortopedista, pois é o médico especializado em diagnosticar problemas nos ossos, articulações, ligamentos e músculos. Os profissionais de fisioterapia também podem ajudar nesses casos, mas são mais adequados para participar do tratamento do que para a identificação da causa da dor 1,2.
O tempo varia entre dias, semanas ou meses, conforme a causa e a eficiência do tratamento. Inflamações por sobrecarga melhoram após três dias, apenas com repouso e uso de calçados adequados. Já as tendinites podem persistir por semanas, enquanto fascite plantar e esporão demoram de 2 meses a 12 meses 1,2.
Como vimos, a dor na sola do calcanhar atrapalha a rotina e transforma tarefas simples em desafios. As causas variam bastante, como fascite plantar ou sobrecarga muscular nos pés e pernas 3.
Embora o diagnóstico médico seja fundamental, algumas medidas complementares ajudam a aliviar o incômodo. Quando a tensão muscular pesa sobre os pés, Neosaldina® Muscular entra como uma opção prática, com ação analgésica e relaxante 3.
Para os momentos em que a dor aparece com mais intensidade, Neosaldina® Muscular MAX oferece uma fórmula extraforte, com alívio a partir de 30 minutos 3.
Com os cuidados certos e o apoio de medicamentos confiáveis, fica mais fácil retomar os passos com conforto e confiança.
Neosaldina® Muscular. Comprimido revestido. Dipirona monoidratada + citrato de orfenadrina + cafeína. M.S. 1.7817.0977. Indicações: é indicada no alívio da dor associada a contraturas musculares, incluindo dor de cabeça tensional. Neosaldina® Muscular Max. Comprimido revestido. Dipirona monoidratada + citrato de orfenadrina + cafeína. M.S. 1.7817.0975. Indicações: é indicado no alívio da dor associada a contraturas musculares, incluindo dor de cabeça tensional. SE PERSISTIREM OS SINTOMAS, O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO. Junho/2026.
Formado em Medicina pela Faculdade de Medicina de Santo Amaro em 1994, com residência em Ginecologia e Obstetrícia no Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo, concluída em 1996. Atuou na liderança de unidades hospitalares e maternidades entre 2004 e 2005, onde adquiriu sólida vivência em gestão médico-hospitalar.
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