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Conheça as possíveis causas para dor na mandíbula, saiba como aliviar esse desconforto e descubra quando se preocupar e buscar ajuda especializada.
Publicado em: 09/07/2025 - Atualizado em: 15/04/2026
A dor na mandíbula pode se manifestar com incômodos em outras áreas do rosto. Em algumas situações, o desconforto tem causas simples, como uma infecção sinusal ou dor de dente. Em outras, pode apontar para um quadro mais complexo, como alterações na articulação temporomandibular (ATM). ¹
Neste artigo, entenda o que pode ser dor na mandíbula perto do ouvido, como aliviar e quais sinais indicam que é hora de buscar ajuda médica ¹.
Resumo
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É um desconforto que afeta o maxilar, a região próxima aos ouvidos ou toda a parte inferior do rosto. Surge como pressão, rigidez, dificuldade para abrir a boca ou sensibilidade ao mastigar e falar. Essa área se conecta ao crânio pela ATM (articulação temporomandibular), localizada em frente às orelhas ².
Alterações nesse local costumam provocar sintomas frequentes. As causas variam desde problemas nos dentes ou gengiva até situações mais sérias, como fratura, deslocamento ou sinal de infarto ².
Quando o incômodo se repete, se espalha ou surge após algum impacto, o ideal é buscar orientação médica ².
Agora que você já entende como esse problema se manifesta, vale conhecer as possíveis causas. Confira no próximo tópico.
As causas incluem problemas dentários, como cáries e infecções, além de alterações na articulação temporomandibular, sobrecarga muscular e hábitos, como apertar os dentes. Traumas, desalinhamento da mordida e estresse também contribuem. Em alguns casos, a dor pode ter origem inflamatória ou irradiada, exigindo avaliação para identificar corretamente a causa ³.
Entender o que provoca o incômodo ajuda a reconhecer os sinais e buscar o cuidado certo. Confira a seguir ³.
A articulação temporomandibular conecta a mandíbula ao crânio e permite os movimentos do maxilar. Quando essa região sofre sobrecarga, inflamação ou algum tipo de lesão, a dor aparece ³.
Apertar os dentes, sofrer pancadas no rosto, sentir tensão muscular ou ter artrite na ATM são situações que contribuem para esse tipo de incômodo ³.
Infecções, como abscessos dentários, provocam dores fortes e irradiadas para o maxilar. O bruxismo, hábito de ranger os dentes durante o sono, também pressiona a mandíbula e causa desconforto com o tempo ³.
Os seios da face ficam próximos da mandíbula. Quando uma infecção atinge essa região, o acúmulo de muco aumenta a pressão e causa dor na parte inferior do rosto ³.
Essa dor surge de forma repentina, com forte intensidade, geralmente ao redor de um dos olhos. Em alguns casos, se espalha para a mandíbula. As crises são curtas, mas muito dolorosas, e causam grande desconforto ³.
O nervo trigêmeo é responsável pela sensibilidade de boa parte do rosto. Quando sofre irritação, surgem dores em forma de choques rápidos e fortes, que atingem regiões como a bochecha, a testa e a mandíbula ³.
Em situações mais graves, a dor mandibular surge como sinal de infarto, principalmente quando acompanha outros sintomas, como dor no peito, falta de ar, suor frio, náusea ou sensação de desmaio. O sintoma é mais comum em mulheres e exige atendimento imediato ³.
Observar os sinais, entender a origem do problema e buscar orientação médica em casos persistentes garante mais segurança e tranquilidade no cuidado com a saúde ³.
Esse incômodo costuma indicar sobrecarga nos músculos da face ou problemas na articulação que movimenta o maxilar. O desconforto aparece com mais frequência ao comer alimentos duros, falar por muito tempo ou até bocejar. As causas comuns são: bruxismo, tensão muscular, desalinhamento da mordida e estresse ³.
Esses fatores forçam a articulação e os músculos da região, o que gera incômodo durante movimentos repetitivos ³.
Algumas dicas simples ajudam no alívio diário, como ³:
Quando a dor não melhora com o tempo ou piora durante as refeições, vale buscar orientação profissional. Um dentista ou médico precisa avaliar a queixa e indicar o tratamento ideal ³.
Geralmente não, pois a dor está relacionada a disfunções da articulação temporomandibular, sobrecarga muscular ou hábitos, como apertar os dentes. Porém, intensidade elevada, limitação para abrir a boca, estalos frequentes ou irradiação para outras regiões exigem avaliação, pois podem indicar inflamação, lesão articular ou, mais raramente, infecções locais 1, 2.
O manejo inclui analgésicos, anti-inflamatórios e placas oclusais para reduzir sobrecarga. Fisioterapia ajuda a relaxar músculos e melhorar a função articular. Ajustes na mordida, controle do estresse e mudanças de hábitos também são importantes. Em casos persistentes ou graves, podem ser indicadas infiltrações ou abordagens cirúrgicas, conforme avaliação profissional adequada ³.
Alguns hábitos fazem diferença no alívio da dor ³:
Quando o incômodo persiste, vale conversar com um dentista ou médico. Algumas estratégias ajudam a controlar a dor de forma segura, como ³:
Cada pessoa sente a dor de um jeito. Observar os sinais e buscar ajuda especializada garante mais conforto e qualidade de vida ³.
No próximo tópico, você descobrirá se existe relação entre dor na mandíbula e ansiedade, e de que forma as emoções afetam esse desconforto ³.
Sim. Situações de estresse e tensão deixam os músculos da face mais contraídos, o que gera incômodos no maxilar. Apertar os dentes, manter a mandíbula travada ou ranger durante o sono são comportamentos comuns nesses períodos. Com o tempo, esses hábitos provocam dor, rigidez e estalos ao movimentar a boca 4.
Para aliviar os sintomas, vale incluir atividades que ajudem a relaxar o corpo e a mente, como respiração profunda ou alongamentos faciais 4.
O uso de placa de mordida e o apoio de um psicólogo também fazem parte das estratégias quando o nervosismo afeta o corpo de forma mais intensa 4.
Confira também: A ansiedade e a dor de cabeça estão relacionadas?
Sim, pois o hábito involuntário de apertar ou ranger os dentes sobrecarrega os músculos e as articulações da face, causando dor, tensão e até desgaste dentário. Outros sinais que podem indicar bruxismo incluem estalos ao abrir a boca, rigidez e sensibilidade ao mastigar ou falar 1, 2.
O desconforto ao despertar costuma estar relacionado à contração muscular mantida durante o sono, muitas vezes associada ao bruxismo. A pressão contínua sobre a articulação temporomandibular (ATM) gera fadiga muscular e dor. Além disso, a dor na mandíbula pode ser ansiedade, estresse ou desalinhamento dental 2, 3.
Quando a dor persistir, piorar com o tempo, limitar a abertura da boca ou vier acompanhada de estalos e travamento. O profissional mais indicado é o dentista, especialmente com experiência em disfunção temporomandibular. Em alguns casos, fisioterapeutas e médicos também podem atuar no tratamento integrado ³.
Neosaldina® Muscular MAX é uma opção para alívio da dor na mandíbula, pois reúne três princípios ativos: 600 mg de dipirona monoidratada, 70 mg de citrato de orfenadrina e 100 mg de cafeína. Essa combinação promove efeito analgésico e relaxante muscular, com ação a partir de 30 minutos 5.
Recomenda-se a ingestão de 1 comprimido revestido de Neosaldina® Muscular MAX de 3 a 4 vezes ao dia. Não parta, mastigue ou abra o comprimido e não ultrapasse o limite diário de 4 drágeas. Para alívio rápido, converse com seu médico sobre o uso de Neosaldina 5.
Aliviar a dor é importante, mas tratar a causa com acompanhamento profissional é essencial para uma recuperação duradoura e mais qualidade de vida 5.
Neosaldina® Muscular Max. Comprimido revestido. Dipirona monoidratada + citrato de orfenadrina + cafeína. M.S. 1.7817.0975 Indicações: é indicado no alívio da dor associada a contraturas musculares, incluindo dor de cabeça tensional. SE PERSISTIREM OS SINTOMAS, O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO. Março/2026.
Formado em Medicina pela Faculdade de Medicina de Santo Amaro em 1994, com residência em Ginecologia e Obstetrícia no Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo, concluída em 1996. Atuou na liderança de unidades hospitalares e maternidades entre 2004 e 2005, onde adquiriu sólida vivência em gestão médico-hospitalar.
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