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Sensação estranha na cabeça e tontura: o que pode ser?

Se você sente uma sensação estranha na cabeça e tontura, é fundamental entender as causas e como aliviar os sintomas com eficácia e segurança.

Publicado em: 27/09/2024 - Atualizado em: 07/01/2026

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Você está no meio de um dia corrido, precisa dar conta do trabalho, das tarefas de casa, das notificações no celular... E, de repente, vem aquela sensação estranha na cabeça e tontura.

O mundo parece girar um pouco, seu corpo fica mais leve (ou pesado) e não tem jeito: você precisa parar por um instante para entender o que se passa com o seu organismo.

Essa combinação de sintomas é mais comum do que parece e pode ter várias causas, desde o estresse do dia a dia e as noites sem o devido descanso, até quadros mais específicos, como a enxaqueca vestibular.

Neste artigo, entenda o que pode causar a sensação estranha na cabeça e tontura, quando é motivo de preocupação e o que é possível fazer para aliviar ou tratar essa condição. Aproveite a leitura!

Resumo

  • Sensação estranha na cabeça e tontura podem indicar enxaqueca vestibular, pressão baixa, desidratação ou labirintite 1-4.
  • Existem dois grupos principais de tontura: as tonturas vertiginosas, que provocam uma sensação ilusória de movimento, e as não vertiginosas, que geram uma sensação de fraqueza e podem ocasionar desmaios 5.
  • A tontura se torna preocupante quando é recorrente, ocasiona desmaio, dor de cabeça intensa, fraqueza, formigamento e alterações na visão e na fala 1,2,4.
  • Neosaldina é um medicamento que ajuda a aliviar a dor de cabeça, pois contém dipirona, mucato de isometepteno e cafeína em sua formulação 7.

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Sensação estranha na cabeça e tontura: o que pode ser?

Esse sintoma pode ter origem em diferentes fatores, como a enxaqueca vestibular, um tipo específico de dor de cabeça que vem acompanhada de vertigem e desequilíbrio. Além disso, a pressão baixa é uma possibilidade, pois pode causar mal-estar associado à sensação de desmaio e cabeça leve 1,2.

Outras causas incluem desidratação, que reduz o volume de líquidos no corpo e afeta o funcionamento cerebral, e distúrbios do ouvido interno, como a labirintite, que prejudicam o equilíbrio e provocam vertigens 3,4.

Esses sintomas também podem surgir por mudanças rápidas de posição, estresse, tontura emocional, ansiedade e até uso de certos medicamentos 1-4.

Logo, é fundamental observar se a tontura vem acompanhada de outros sinais, como dor de cabeça intensa, desmaio, visão turva ou formigamento, que podem indicar uma condição mais séria e exigir avaliação médica 1-4.

Quais são os tipos de tontura?

De acordo com a causa e a sensação que a pessoa experimenta, a tontura se classifica em duas principais categorias 5:

  1. Tonturas vertiginosas, que ocasionam a sensação de peso e rotação no ambiente;
  2. Tonturas não vertiginosas, que causam a sensação de desmaio, cabeça leve e flutuação.

Entenda!

1. Tonturas vertiginosas

São aquelas que provocam uma sensação ilusória de movimento, mesmo quando a pessoa está parada. É comum sentir que o ambiente está girando (como se tudo estivesse rodando ao seu redor) ou que o próprio corpo está oscilando, balançando ou sendo puxado para os lados 5.

Esse tipo de tontura causa a sensação de cabeça pesada e costuma ter relação com problemas no ouvido interno, como a labirintite, e pode vir acompanhada de náusea, vômitos e dificuldade para manter o equilíbrio 5.

2. Tonturas não vertiginosas

Diferentemente das vertiginosas, não envolvem a sensação de rotação ou movimento do ambiente, mas sim uma sensação de fraqueza, leveza na cabeça ou flutuação, como se estivesse prestes a desmaiar 5.

Também podem causar instabilidade ao andar e visão turva. Essas tonturas são comuns em casos de pressão baixa, hipoglicemia, ansiedade ou desidratação e ocasionam a sensação de cabeça flutuando 5.

O que causa tontura e dor de cabeça?

Existem doenças e hábitos que podem provocar a indesejada sensação estranha na cabeça e tontura. Entre os principais fatores associados ao sintoma, podemos citar:

  • enxaqueca vestibular 1;
  • pressão baixa 2;
  • desidratação intensa 3;
  • labirintite e outros distúrbios do ouvido que afetam a sensação de equilíbrio 4.

Abaixo, conheça cada um com mais detalhes.

Enxaqueca vestibular

A enxaqueca vestibular é uma dor de cabeça associada à sensação de desequilíbrio, como se a pessoa estivesse indo “para frente e para trás”, quando não está se movendo 1.

Uma característica desse tipo de cefaleia é que a dor não é o sintoma mais relatado, mas a vertigem, que é a manifestação principal da condição 1.

Em alguns casos, a pessoa pode nem ter a dor propriamente dita, apenas uma sensação estranha na cabeça e tontura 1.

Para receber um diagnóstico de enxaqueca vestibular, é preciso atender aos critérios 1:

  • pelo menos cinco episódios de intensidade moderada ou grave, com duração de 5 minutos a 72 horas;
  • histórico de enxaqueca comum, com ou sem aura;
  • sintomas de vertigem associados a pelo menos um sintoma de enxaqueca (dor pulsante unilateral, fotofobia e fonofobia, piora com esforço físico, entre outros).

Dessa forma, a enxaqueca causa tontura, especialmente quando se trata do tipo vestibular 1.

Leia também: Crise de enxaqueca: entenda os tipos e formas de tratamento

Pressão baixa

Outra possível explicação para a tontura e sensação estranha na cabeça é a queda da pressão arterial. Tanto que, se você for ao pronto atendimento relatando esses sintomas, certamente um dos primeiros cuidados da equipe médica será medir sua pressão 2.

Afinal, tanto a pressão baixa comum como a hipotensão ortostática (queda da pressão que ocorre ao mudar de posição, como ao se levantar abruptamente após um tempo deitado ou sentado) podem deixar a pessoa tonta, com sensação de desmaio 2.

A pressão baixa ocasiona um tipo de tontura preocupante, pois pode reduzir temporariamente o fluxo de sangue e oxigênio para o cérebro 2.

Assim, provoca sensação de desmaio, fraqueza, visão turva e risco de quedas, especialmente quando ocorre de forma súbita ou ao mudar rapidamente de posição 2.

Leia também: Pressão na cabeça ao abaixar: o que é e como tratar? Dicas!

Desidratação

A desidratação é mais um tipo de tontura preocupante, pois significa que falta água no organismo, o que pode causar problemas por si só e piorar condições de saúde 3.

Todos os dias, perdemos água pela pele, na urina, suor e afins. Quando não tomamos água, acontece a desidratação, já que a perda supera a ingestão 3.

Logo, como a água é crucial para o funcionamento adequado do corpo, quando está em quantidade insuficiente, a pessoa pode apresentar 3:

  • pele e lábios ressecados;
  • urina escura e/ou em pouca quantidade;
  • cãibras musculares, fadiga e palpitações;
  • dor de cabeça, tontura e hipotensão ortostática.

Para melhorar os sintomas, incluindo a dor de cabeça e tontura, é preciso reverter a desidratação. Ou seja, começar uma reposição rápida de líquidos 3.

O tratamento da desidratação visa à rápida reposição de líquidos e à identificação da causa da perda de líquidos 3.

Labirintite

Por fim, a tontura e a sensação estranha na cabeça também podem ter relação com a labirintite e outros distúrbios do ouvido. Como essas condições comprometem o equilíbrio, a vertigem é bastante comum durante as crises 4.

Nesses casos, geralmente, a tontura tende a piorar com movimentos de cabeça, por isso, você pode ter uma sensação estranha, como uma pressão 4.

A seguir, saiba mais sobre a tontura emocional e veja como reduzir os efeitos no dia a dia.

O que é tontura emocional?

É uma sensação de desequilíbrio ou cabeça leve associada a estresse, ansiedade ou crises de pânico. Não envolve rotação do ambiente, mas fraqueza, flutuação ou sensação de desmaio. Costuma surgir em momentos de tensão emocional e pode vir acompanhada de taquicardia, sudorese e respiração acelerada 5.

Como aliviar a tontura emocional?

Recomenda-se controlar o estresse e a ansiedade com técnicas de respiração, atividade física e higiene do sono. A hidratação adequada e o acompanhamento psicológico ajudam a reduzir crises. Em casos persistentes, a avaliação médica é importante para descartar outras causas e orientar o tratamento correto 2,5.

Que tipo de tontura é preocupante?

Em geral, um quadro de tontura pode ser sério quando começa de forma repentina e é acompanhado de 1,2,4:

  • desmaios ou sensação de desmaio;
  • dor de cabeça intensa;
  • fraqueza e/ou formigamento (principalmente se for em apenas um lado do corpo);
  • alterações na visão e na fala;
  • confusão mental.

Também é crucial procurar por atendimento médico se a tontura aparecer depois de uma queda ou trauma na cabeça 1,2,4.

Ou seja, como a tontura pode ter causas diversas, desde uma queda na pressão arterial, uma crise de enxaqueca até um distúrbio no ouvido interno, o mais recomendado é se consultar com um especialista caso o sintoma persista 1,2,4.

Afinal, embora possa ser um problema benigno, também pode indicar uma condição séria 1,2,4.

Agora que você já sabe quais tipos de tontura são preocupantes, entenda melhor os efeitos da enxaqueca no corpo.

Enxaqueca causa tontura?

Sim, principalmente quando se trata da enxaqueca vestibular. Nesse quadro, a vertigem e o desequilíbrio são sintomas centrais e podem ocorrer com ou sem dor de cabeça intensa associada. Sensação estranha na cabeça, instabilidade e sensibilidade à luz e ao som também são outros sinais comuns 1.

Qual o tratamento para melhorar a sensação estranha na cabeça e tontura?

Para tratar, primeiro é preciso saber o que provoca essa sensação estranha na cabeça e tontura 1-4:

  • na enxaqueca vestibular, a abordagem envolve ajustes no estilo de vida (para evitar possíveis gatilhos), higiene do sono e medicamentos;
  • para hipotensão, recomenda-se mudanças na alimentação, hidratação e uso de meias de compressão;
  • na desidratação, indica-se o aumento da ingestão de líquidos;
  • a labirintite costuma melhorar por conta própria, mas em alguns casos recomenda-se o uso de medicamentos, além de repouso e hidratação.

A seguir, confira mais questões importantes a respeito da sensação estranha na cabeça e tontura.

FAQ

O que pode ser mal-estar, tontura e dor de cabeça?

Esses sinais indicam diferentes causas, como: enxaqueca vestibular, que provoca vertigem associada à dor ou desconforto na cabeça; pressão arterial baixa, que pode causar sensação de desmaio e cefaleia; e desidratação, que afeta o funcionamento do corpo e pode provocar tontura e dor de cabeça 1-3.

Outras condições relacionadas aos distúrbios no ouvido interno, como a labirintite, também estão entre as possíveis causas desse conjunto de sintomas 4.

O que pode ser a sensação de cabeça pesada?

Essa sensação pode estar relacionada a diferentes causas, como enxaqueca, tensão muscular, estresse, pressão arterial alterada ou desidratação. Também pode ocorrer em quadros de sinusite e ansiedade. Quando o sintoma é frequente, intenso ou acompanhado de alterações neurológicas, é fundamental buscar avaliação médica para investigação adequada 1,2,4.

O que pode ser a sensação de cabeça flutuando?

Geralmente, essa sensação está associada à tontura não vertiginosa, comum em casos de pressão baixa, ansiedade, hipoglicemia ou desidratação. O sintoma provoca leveza, instabilidade e sensação iminente de desmaio, sem giro do ambiente. Se persistir ou se intensificar, é importante procurar um profissional de saúde 3,5.

Quando a tontura e a dor de cabeça são preocupantes?

Esses sintomas se tornam preocupantes quando surgem de forma súbita e intensa no dia, ou aparecem com desmaio, formigamento unilateral, alterações na visão, na fala ou confusão mental. Além disso, quando a enxaqueca causa tontura persistente, é fundamental procurar avaliação médica para realizar o tratamento adequado 1,2,4.

O que fazer para aliviar a tontura e a sensação estranha na cabeça?

Para enxaqueca vestibular, recomenda-se evitar gatilhos, cuidar do sono e, em alguns casos, usar medicamentos. Em situações de pressão baixa, o aumento da ingestão de líquidos e mudanças na alimentação podem ajudar. Já a desidratação requer a reposição hídrica. No caso da labirintite, repouso e medicamentos específicos podem ser necessários 1-4.

Qual remédio tomar para dor de cabeça?

Para aliviar dor de cabeça, um analgésico como Neosaldina, com dipirona, isometepteno e cafeína, pode ser eficaz em crises ocasionais. Quando a enxaqueca causa tontura, é essencial avaliar frequência, intensidade e sintomas associados, evitar a automedicação prolongada e buscar orientação médica se as dores forem recorrentes ou mais intensas persistentes 7.

Quando tomar Neosaldina?

Quando estiver com dor de cabeça, incluindo crises de enxaqueca. O medicamento age de forma rápida, entre 15 e 30 minutos após a ingestão, e proporciona alívio devido à combinação de dipirona, isometepteno e cafeína, que combatem a dor e ajudam a reduzir a dilatação dos vasos sanguíneos na cabeça 7.

Como tomar Neosaldina?

O uso do medicamento é oral e a dose recomendada é de 1 a 2 comprimidos a cada 6 horas. É importante não ultrapassar o limite de 8 drágeas por dia. Você deve ingerir os comprimidos inteiros, sem mastigar, com água. Durante o tratamento, evite o consumo de bebidas alcoólicas 7.

Cuidar da saúde é essencial: alivie a dor de cabeça com Neosaldina

A sensação estranha na cabeça e a tontura podem surgir por diferentes causas, desde situações passageiras, como estresse e desidratação, até condições que exigem avaliação médica. Portanto, observar a frequência, a intensidade e os sintomas associados ajuda a escolher o melhor tratamento para cuidar da saúde com segurança.

Neosaldina atua com rapidez e eficácia no combate à dor de cabeça. Então, já sabe: dor de cabeça? Chama a Neosa que resolve mais rápido!

Neosaldina. Comprimido revestido. Dipirona, mucato de isometepteno, cafeína. Solução oral. Dipirona, cloridrato de isometepteno, cafeína. Indicações: analgésico e antiespasmódico para o tratamento de diversos tipos de dor de cabeça, incluindo enxaqueca ou para o tratamento de cólicas. MS 1.7817.0899. SE PERSISTIREM OS SINTOMAS, O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO. Dezembro/2025.

Neosaldina Comprimido

Sobre o autor

Dr. Márcio de Queiroz Elias

Formado em Medicina pela Faculdade de Medicina de Santo Amaro em 1994, com residência em Ginecologia e Obstetrícia no Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo, concluída em 1996. Atuou na liderança de unidades hospitalares e maternidades entre 2004 e 2005, onde adquiriu sólida vivência em gestão médico-hospitalar.

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