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Lesão por esforço repetitivo: dicas práticas para aliviar a dor

Saiba o que é lesão por esforço repetitivo, conheça os sintomas e aprenda dicas de como aliviar LER para reduzir dor e fadiga muscular.

Publicado em: 14/01/2026 - Atualizado em: 14/01/2026

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Imagine terminar um dia de trabalho com os braços, ombros e punhos doloridos, com uma fadiga que parece nunca passar. Esse é um cenário cada vez mais comum no mundo moderno, e pode ser o sinal de uma lesão por esforço repetitivo 1-3.

Mas afinal, o que é esse tipo de lesão? Trata-se de um termo usado para agrupar vários distúrbios musculoesqueléticos que surgem devido a movimentos repetitivos, postura inadequada e esforços contínuos 1,2.

Logo, entender o que é LER e como se manifesta é fundamental para prevenir complicações, manter a produtividade e preservar a qualidade de vida e, assim, agir antes que o desconforto se torne persistente ou prejudique atividades do dia a dia 1,2.

Neste artigo, saiba mais sobre os sintomas de lesão por esforço repetitivo, como evitar LER e veja dicas práticas de alívio para retomar seu bem-estar.

Resumo

  • LER ocorre por movimentos repetitivos, posturas inadequadas e esforços prolongados e pode afetar braços, punhos, ombros e pescoço 1-3.
  • Em alguns casos, pode haver sensação de inchaço ou rigidez após períodos de repouso 1,2.
  • Pausas frequentes durante atividades repetitivas ajudam a relaxar músculos e articulações, ideais para prevenir inflamação e desconforto 1,2.
  • Alongamentos e exercícios de fortalecimento aumentam flexibilidade, melhoram postura e reduzem o risco de dor e fadiga 1,2.
  • Ajustes ergonômicos na estação de trabalho, como posição de cadeira, monitor e teclado, diminuem sobrecarga muscular e previnem LER 1,2.

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O que é LER?

É a sigla para lesão por esforço repetitivo, um distúrbio musculoesquelético causado por movimentos repetitivos, posturas inadequadas e esforços prolongados. Afeta principalmente braços, punhos, ombros e pescoço e causa dor, fadiga e desconforto funcional. Sem intervenção, pode evoluir para quadros crônicos e prejudicar tarefas diárias e a qualidade de vida 1,2.

Quais os sintomas de lesão por esforço repetitivo?

Os principais sintomas incluem 1,2:

  • dor ou desconforto nos braços, ombros, mãos e pulsos;
  • formigamento ou dormência nos membros superiores;
  • fraqueza muscular progressiva;
  • sensação de inchaço nas articulações;
  • rigidez matinal ou após períodos de descanso;
  • dificuldade para segurar objetos ou realizar tarefas finas;
  • fadiga constante nos músculos afetados;
  • limitação de movimentos específicos.

Agora que você conhece os sintomas de lesão por esforço repetitivo, veja a seguir como evitar o desconforto.

Como evitar a LER? 5 dicas

Para evitar quadros de LER, considere 1,2:

  1. Pausas frequentes durante tarefas repetitivas;
  2. Exercícios de alongamento e fortalecimento;
  3. Ajuste ergonômico da estação de trabalho;
  4. Alternância de atividades e postura;
  5. Uso de equipamentos de suporte.

Saiba como evitar LER na prática!

1. Pausas frequentes durante tarefas repetitivas

Fazer pausas curtas a cada 30 a 60 minutos, intervalo normalmente recomendado, pode ajudar os músculos e articulações fatigados a se recuperarem, o que previne inflamações e desconforto progressivo. Durante essas pausas, movimente os braços, mãos e ombros, faça alongamentos simples ou caminhe um pouco 1,2.

Além de reduzir o acúmulo de tensão, essas interrupções aumentam a produtividade e a concentração. Dessa forma, evitam que pequenas dores se transformem em quadros crônicos de LER 1,2.

2. Exercícios de alongamento e fortalecimento

Alongamentos diários específicos para braços, punhos, ombros e pescoço promovem maior flexibilidade e amplitude de movimento. Paralelamente, exercícios de fortalecimento muscular ajudam a sustentar articulações sobrecarregadas e prevenir fadiga 1,2.

A prática constante cria resistência aos movimentos repetitivos e melhora a postura corporal, o que reduz o risco de dor e inflamação. Incorporar exercícios simples na rotina de trabalho é uma estratégia eficaz para prevenir a LER 1,2.

3. Ajuste ergonômico da estação de trabalho

A ergonomia adequada da estação de trabalho é essencial para reduzir a tensão e prevenir lesões. Ajustar a altura da cadeira, a posição do monitor e do teclado, manter os pés firmes no chão e os ombros relaxados ajuda a distribuir o esforço corporal corretamente 1,2.

Pequenos ajustes, como apoiar punhos ou posicionar o mouse na altura ideal, podem reduzir significativamente o risco de lesão por esforço repetitivo, além de melhorar o conforto e a produtividade durante o expediente 1,2.

4. Alternância de atividades e postura

Variar tarefas e posições ao longo do dia é uma medida prática e eficaz para reduzir a sobrecarga muscular. Alterar atividades manuais com tarefas que exijam menos esforço físico, ou simplesmente mudar a postura, distribui o esforço entre diferentes grupos musculares 1,2.

Essa alternância previne rigidez, cansaço e inflamação local. Além disso, pausas estratégicas entre movimentos repetitivos aumentam a resistência física e ajudam a diminuir a sobrecarga e o risco associado a LER 1,2.

5. Uso de equipamentos de suporte

Equipamentos ergonômicos, como teclados e mouses adaptados, apoios de punho e cadeiras ajustáveis, reduzem o impacto repetitivo sobre músculos e articulações. Ao minimizar movimentos desconfortáveis ou posições inadequadas, esses acessórios ajudam a prevenir dor, fadiga e inflamação 1,2.

O investimento em ferramentas de suporte melhora a postura, aumenta a produtividade e contribui para a prevenção de LER, para proteger a saúde a longo prazo 1,2.

O que caracteriza LER e DORT?

LER e DORT (Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho) envolvem dor, fadiga, formigamento e limitação funcional nos membros superiores devido a esforços repetitivos, postura inadequada ou sobrecarga. LER é mais amplo, enquanto DORT é uma doença ocupacional formalmente reconhecida. Ambos exigem prevenção, diagnóstico precoce e intervenções ergonômicas 1-3.

Como ajustar a estação de trabalho para reduzir o risco?

Ajustar a altura da cadeira e do monitor, manter os pés apoiados no chão e os ombros relaxados reduz a tensão muscular. Posicionar teclado e mouse de forma confortável evita sobrecarga nos pulsos. Iluminação adequada e intervalos regulares completam a configuração ergonômica e diminuem significativamente o risco de LER 1.

Em quanto tempo os sintomas costumam melhorar e quando procurar um especialista?

Os sintomas leves podem melhorar em semanas com pausas, alongamento e ajustes ergonômicos. Se a dor persistir, houver dormência, fraqueza ou limitação de movimento, procure um médico. Intervenções precoces previnem cronificação da LER e complicações funcionais, o que é fundamental para a recuperação mais rápida e retorno seguro às atividades 1,2.

Essa condição pode desencadear dor de cabeça? O que fazer nesses casos?

Sim, tensão muscular no pescoço e nos ombros pode gerar cefaleia secundária. Alongamentos cervicais, pausas frequentes, hidratação e técnicas de relaxamento ajudam a reduzir a dor. Se os sintomas forem intensos ou persistirem, busque avaliação médica, pois a dor de cabeça recorrente pode indicar necessidade de fisioterapia ou ajustes ergonômicos adicionais 1,2.

Qual remédio alivia sintomas de lesão por esforço repetitivo?

Para reduzir os sintomas, como dor muscular intensa e tensão, Neosaldina® Muscular MAX é uma opção eficaz. Com fórmula duplamente concentrada, combina ação analgésica e relaxante muscular para alívio rápido da dor. Seu efeito começa a partir de 30 minutos, ideal para retomar atividades com conforto 4.

Como tomar Neosaldina Muscular Max?

Você pode tomar 1 comprimido de 3 a 4 vezes ao dia. Não parta, mastigue ou abra Neosaldina® Muscular MAX e respeite o limite diário de 4 drágeas. O uso correto garante eficácia no alívio da dor muscular intensa e da tensão, sem comprometer a segurança do organismo 4.

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Sobre o autor

Dr. Márcio de Queiroz Elias

Formado em Medicina pela Faculdade de Medicina de Santo Amaro em 1994, com residência em Ginecologia e Obstetrícia no Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo, concluída em 1996. Atuou na liderança de unidades hospitalares e maternidades entre 2004 e 2005, onde adquiriu sólida vivência em gestão médico-hospitalar.

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