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Conheça as principais causas de bursite no quadril, aprenda a identificar os sintomas e saiba como é feito o tratamento dessa inflamação.
Publicado em: 2026-06-15 - Atualizado em: 15/06/2026
Sentir aquela dor incômoda ao se deitar de lado, caminhar ou subir escadas pode ser sinal de bursite no quadril, uma inflamação que afeta uma pequena estrutura chamada bursa trocantérica ¹.
Apesar de comum, especialmente em mulheres e pessoas acima dos 40 anos, a condição ainda gera muitas dúvidas ¹.
Para saná-las, leia post até o fim e confira também as causas da bursite trocantérica, os sintomas e o tratamento.
Continue a leitura e veja também por que Neosaldina Muscular Max pode ser uma opção de remédio para bursite no quadril.
Resumo
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É uma pequena bolsa cheia de líquido localizada no lado externo do quadril, especificamente sobre a parte óssea, que recebe o nome de trocânter maior do fêmur. Sua principal função é reduzir o atrito entre tendões e ossos durante os movimentos, atuando como um amortecedor. 1
Ao inflamar, essa bursa deixa de cumprir bem seu papel, o que gera dor, desconforto e limitações nos movimentos. A inflamação é o que chamamos de bursite. 1
É uma inflamação da bursa trocantérica, geralmente provocada por sobrecarga, traumas ou problemas posturais. Essa condição gera dor constante ou intermitente, especialmente ao pressionar o local ou realizar determinados movimentos. Além da dor, pode causar rigidez, sensibilidade e irradiar para a coxa e o glúteo 1, 2.
A bursite não é uma condição grave, mas exige cuidados para evitar que o quadro se cronifique e prejudique a qualidade de vida. 1, 2
Qualquer pessoa, mas é mais comum em 1-3:
Esses grupos apresentam mais risco justamente por forçarem repetidamente a região do quadril, ou por alterações no alinhamento do corpo que aumentam o atrito sobre a bursa 1-3.
Em geral, pode surgir como consequência de 1-3:
Em alguns casos, a bursite pode não ter uma causa evidente e se desenvolver de forma gradual, o que reforça a importância de estar atento aos sinais e procurar ajuda especializada 1-3.
O principal sintoma é a dor na lateral do quadril, que costuma ser mais intensa ao se deitar sobre o lado afetado, caminhar ou subir escadas, cruzar as pernas e ficar muito tempo em pé. Essa dor pode ser aguda ou contínua e variar conforme o grau da inflamação 1, 2.
Também é comum sentir rigidez ao levantar-se da cama ou de uma cadeira. Em alguns casos, a dor irradia para a parte lateral da coxa e pode dificultar tarefas simples do dia a dia. 1, 2
Além disso, a região pode ficar mais sensível ao toque e até apresentar inchaço. 1, 2
A seguinte tabela pode te orientar 1-4:
|
Condição |
Características da dor |
Sintomas mais comuns |
O que costuma piorar |
|
Bursite no quadril |
Dor na lateral do quadril, sensível ao toque |
Desconforto ao deitar de lado, subir escadas, caminhar ou permanecer muito tempo em pé |
Impactos repetitivos, pressão sobre o quadril e atividades físicas intensas |
|
Artrose de quadril |
Dor mais profunda, na virilha ou articulação |
Rigidez, limitação de movimento e dificuldade para iniciar movimentos |
Longos períodos em movimento ou desgaste articular progressivo |
|
Tendinite glútea |
Dor lateral semelhante à bursite, porém mais muscular |
Fraqueza no quadril, desconforto ao caminhar e dificuldade em apoiar a perna |
Exercícios repetitivos e sobrecarga muscular |
|
Hérnia de disco lombar |
Dor irradiada da lombar para quadril e perna |
Formigamento, dormência e sensação de choque |
Permanecer sentado, movimentos bruscos e esforço físico |
|
Ciatalgia |
Dor que percorre nádega e parte posterior da perna |
Queimação, dormência e dificuldade para caminhar |
Compressão do nervo ciático e posições prolongadas |
|
Síndrome do piriforme |
Dor profunda na nádega com irradiação |
Desconforto ao sentar e sensação de pressão na região glútea |
Permanecer sentado por muito tempo e movimentos repetitivos |
|
Distensão muscular |
Dor localizada após esforço físico |
Sensibilidade muscular, inchaço e limitação temporária |
Exercícios intensos e movimentos repentinos |
Na dúvida, é indispensável consultar um médico para confirmar o diagnóstico.
O responsável pelo diagnóstico geralmente é um ortopedista ou reumatologista. A consulta começa com uma avaliação clínica, que analisa o histórico do paciente, os sintomas e os testes físicos, a fim de identificar a origem da dor. O profissional também pode solicitar exames de imagem, como ultrassonografia e ressonância magnética 1-3.
Esses exames também ajudam a descartar outras condições que causam dor na região, como lesões musculares, tendinites ou problemas articulares 1-3.
O tratamento varia conforme a intensidade dos sintomas e o grau da inflamação: 1-3
Em episódios mais intensos, pode ser necessário recorrer a analgésicos mais potentes. Se a dor for muito incômoda, vale conversar com o médico sobre como aliviar com segurança e orientação adequada. 1-3
Sim, esse é o principal sinal da inflamação da bursa trocantérica. A dor costuma ser mais evidente ao deitar-se de lado, subir escadas ou após longos períodos em pé. Também pode irradiar para a coxa e causar dificuldade para realizar movimentos simples do dia a dia, como levantar da cama. 1
Se você está em crise de bursite ou sofre com tensão muscular intensa, é possível aplicar compressas na região e fazer alongamentos suaves e progressivos. Investir em sessões de fisioterapia também é uma recomendação, assim como o uso de analgésicos ou relaxantes musculares (sob orientação profissional) 1, 4.
A melhora acontece entre algumas semanas e poucos meses, dependendo da intensidade da inflamação, adesão ao tratamento e ajustes na rotina. Casos leves podem evoluir rapidamente com fisioterapia e repouso relativo. A recidiva ocorre quando fatores mecânicos persistem, como sobrecarga, fraqueza muscular, postura inadequada ou retorno precoce às atividades intensas 1-4.
Alongamentos leves e fortalecimento gradual dos músculos do quadril e glúteos costumam ajudar na recuperação. Exercícios orientados por fisioterapeuta reduzem a sobrecarga e melhoram estabilidade articular. No início, convém evitar corrida, agachamentos profundos, impacto repetitivo e movimentos que aumentem a dor lateral no quadril durante ou após a atividade física 1-4.
Anti-inflamatórios e analgésicos ajudam a controlar a dor e a inflamação, principalmente nas fases iniciais dolorosas. Cremes e géis tópicos também podem aliviar desconfortos localizados com menor risco sistêmico. O tempo de uso deve ser limitado e acompanhado por orientação médica, pois excessos aumentam riscos gastrointestinais, renais e cardiovasculares 1-4.
O procedimento costuma causar apenas desconforto leve e rápido, principalmente quando realizado com anestésico local e orientação por imagem. A infiltração pode reduzir a inflamação e aliviar dores persistentes, mas apresenta riscos, como infecção, enfraquecimento tendíneo e irritação local. Geralmente, evita-se repetir aplicações no mesmo local ao longo do ano 1-4.
Manter movimentos leves costuma ser benéfico, desde que a atividade não aumente a dor nem agrave a inflamação. Caminhadas moderadas geralmente são permitidas conforme tolerância individual. Já a corrida pode exigir pausa temporária, especialmente em fases dolorosas. O retorno progressivo, aliado ao fortalecimento muscular, reduz riscos de novas crises 1-4.
Sim, porque Neosaldina Muscular Max combina dipirona (600 mg), cafeína (100 mg) e citrato de orfenadrina (70 mg), ativos que ajudam a aliviar a dor e relaxar os músculos. No entanto, seu uso deve seguir orientação profissional, especialmente em casos de dor crônica ou persistente 5.
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Neosaldina_®_ Muscular Max. Comprimido revestido. Dipirona monoidratada + citrato de orfenadrina + cafeína. M.S. 1.7817.0975 Indicações: é indicado no alívio da dor associada a contraturas musculares, incluindo dor de cabeça tensional. SE PERSISTIREM OS SINTOMAS, O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO. MAIO/2026.
Formado em Medicina pela Faculdade de Medicina de Santo Amaro em 1994, com residência em Ginecologia e Obstetrícia no Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo, concluída em 1996. Atuou na liderança de unidades hospitalares e maternidades entre 2004 e 2005, onde adquiriu sólida vivência em gestão médico-hospitalar.
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