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Dormir pouco dá dor de cabeça e atrapalha até mesmo momentos de lazer, como torcer pela seleção brasileira . Quer saber como evitá-la? Confira o post!
Publicado em: 2026-06-11 - Atualizado em: 17/06/2026
Cerca de 72% dos brasileiros lidam com distúrbios do sono, condições como a insônia, que precisam de atenção e prejudicam o seu bem-estar. Entre os riscos, dormir pouco pode causar dor de cabeça, alterar o humor, provocar indisposição e afetar a sua saúde física e mental de maneiras que nem imagina 1,2.
De fato, a cefaleia tem uma relação próxima com a privação do sono. Metade das pessoas com enxaqueca crônica tem dificuldade para descansar à noite. Desse total, 38% dorme menos de 6 horas com frequência 1,2.
O problema é que o repouso insuficiente não permite que as fases do sono, cada uma com o seu papel específico, não se desenvolvam corretamente 1-6.
É como se dormir fosse uma partida decisiva e, aos 45 minutos do segundo tempo, um dos defensores ou o principal goleador do time foi expulso. Consequentemente, a equipe é eliminada, você acorda exausto e com dor de cabeça.
Em tempos de Copa, esses sintomas podem afetar sua disposição, mais um motivo para buscar o tratamento adequado. Afinal, nada pode atrapalhar a sua torcida pelo hexa, não é?
Nesse contexto, o desafio é entender as características desse tipo de cefaleia, o que pode causá-la e como amenizar o incômodo. Para ajudá-lo, neste post você saberá como é a dor de cabeça por falta de sono e o que ajuda a aliviá-la.
Aproveite a leitura!
Resumo
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A dificuldade para dormir pode causar diversos tipos de dor de cabeça, como cefaleia de tensão, em salvas (que geralmente ocorre durante a noite), hípnica (ao despertar) e enxaqueca. Isso porque a falta de sono afeta mecanismos importantes, como liberação de neurotransmissores, manutenção de estruturas cerebrais e do sistema linfático 1-6.
Um sono insuficiente deixa você mais sensível à dor e propenso a desenvolver cefaleias, principalmente se não atinge as fases mais profundas e o sono REM (rapid eye movement). Esse estágio costuma começar 90 minutos após adormecer, dura entre 10 minutos e 1 hora e se repete em ciclos 4,6.
No ciclo normal, o sono profundo serve para reparo físico, defesa imunológica, desintoxicação e relaxamento total. Já o REM, no qual a atividade cerebral é alta e similar ao estado de vigília, ajuda no processamento emocional, fixação de memórias e controle de respostas fisiológicas 4,6.
Cada etapa é fundamental, como se fossem as posições de uma equipe para a tática dar certo. Sem um bom goleiro para sair com a bola, defensores que valorizam a posse, um meio-campo que sabe armar a jogada e atacantes que finalizam bem e enchem a rede, a vitória não vem 4,6.
Se um desses elementos falhar, a derrota dá uma dor de cabeça daquelas e a moral vai lá embaixo. Com o sono é similar, você acorda mal, fica nervoso, exausto e indisposto 4,6.
Mas não é só dormir pouco que dá dor de cabeça e afeta o ritmo biológico ao ponto de causar problemas de saúde. Outros exemplos incluem 2:
O desconforto costuma ser bilateral, moderado e descrito como aperto ao redor da cabeça. Pode ocorrer tanto durante o sono quanto ao acordar. Também existem relatos de cefaleia tensional e enxaqueca associadas à falta de sono. Outros sintomas associados incluem fadiga, irritabilidade, sonolência diurna e raciocínio lento 2,4.
Mesmo se a intensidade do quadro for leve, o incômodo é o bastante para buscar uma solução. A seguir, veja como aliviar esse tipo de mal-estar no dia a dia.
Manter-se hidratado, aplicar compressas mornas ou frias na testa, ficar em um local escuro e silencioso por cerca de 30 minutos são medidas que ajudam a amenizar o desconforto. Você também pode fazer uma refeição leve e, se necessário, tomar um analgésico para aliviar o sintoma 2,4.
Lembre-se de que todo medicamento deve ser utilizado de forma responsável. Siga as orientações da bula e tire dúvidas com o médico/farmacêutico antes de tomar um remédio.
É recomendado praticar a higiene do sono, o que inclui 2,4:
Essa dica de anotar os hábitos diários e acompanhar a qualidade do repouso é muito importante. Tais informações ajudam a entender por que dormir pouco dá dor de cabeça, quais as características gerais e, principalmente, complicações que podem ocorrer se a questão não for tratada.
Para você que planeja assistir à maioria dos jogos da copa, é bom ficar atento. Isso porque alterações no padrão de descanso, como ficar acordado até mais tarde para acompanhar as partidas, pode causar desconforto no dia seguinte 2,4.
Toda a vibração da torcida esgota as energias e a adrenalina elevada permanece no organismo, mesmo se ir direto para a cama. A situação pode piorar se pegar o celular para aquela resenha após o apito final 2,4.
Afinal o cérebro permanece ativo e fica mais difícil para adormecer e ter um sono reparador de verdade. Para prevenir esse problema, tente meditar ou tomar um banho relaxante para acalmar os nervos, relaxar e mostrar para o sistema nervoso que é hora de desligar 2,4.
Além disso, deixe a discussão sobre quem foi melhor em campo e quem pisou na bola para o dia seguinte. Deixe o celular de lado e evite telas por pelo menos 30 minutos para diminuir a intensidade dos estímulos ao cérebro 2,4.
Porque a privação do sono afeta o ritmo circadiano e prejudica a manutenção do seu corpo. O organismo não consegue reparar os danos sofridos no dia a dia, regular o equilíbrio hormonal, consolidar eventos na memória recente, nem recuperar a energia para se manter em funcionamento 1-6.
Existem ainda outros fatores que prejudicam a qualidade do descanso, como ansiedade e adrenalina. Em geral, provocam atraso no início do sono e impedem a fase mais profunda do repouso 1-6.
Conforme mencionado, entender a causa do mal-estar é fundamental na hora de tratar o problema e prevenir complicações. Para conscientizá-lo dos riscos, confira o que pode ocorrer quando não se consegue dormir bem com frequência.
Esse cenário pode causar baixa imunidade, alterações na pressão arterial, problemas cardíacos, aumento da sensibilidade à dor, dificuldade de raciocínio e falta de memória. Além disso, o distúrbio piora ou eleva o risco de diabetes tipo 2, hipertensão, obesidade, derrame, infarto, depressão e ansiedade 1-6.
Ao considerar esses fatores, você pode perceber a importância de tratar a insônia. No entanto, é necessário tomar cuidado para melhorar a qualidade do sono, não apenas dormir mais ou tirar cochilos para compensar a noite em claro.
É recomendado procurar um médico se 1-6:
Dormir um pouco pode ajudar, desde que o período seja curto e, preferencialmente, no início da tarde. Esse descanso diminui os estímulos ao cérebro e dá um tempo para se recuperar. Porém, sonecas com mais de 30 minutos ou feitas no final da tarde podem desregular o ritmo circadiano e prejudicar o sono noturno 5.
Uma alternativa é a famosa sesta, aquela pausa para descansar após o almoço. É uma boa ideia para não deixar a falta de sono atrapalhar sua vida, especialmente após ficar acordado para acompanhar os jogos da Copa.
Se notar que a cochilada ajudou, ajuste a rotina noturna para fazer a higiene do sono e conseguir uma melhora contínua. Porém, se o sintoma persistir, é recomendado procurar ajuda médica.
A Copa mexe com seu coração e atrapalha o seu sono? Não deixe que a dor de cabeça por dormir pouco atrapalhe a sua torcida! Neosaldina é sua aliada para aliviar a dor e auxiliar no tratamento de diversos tipos de cefaleia.
Este remédio funciona como analgésico e antiespasmódico. Com a combinação de dipirona, isometepteno e cafeína, reduz a sensibilidade à dor, diminui a dilatação dos vasos sanguíneos da cabeça e estimula o sistema nervoso central 7.
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Neosaldina. Comprimido revestido. dipirona, mucato de isometepteno, cafeína. Indicações: analgésico e antiespasmódico para o tratamento de diversos tipos de dor de cabeça, incluindo enxaqueca ou para o tratamento de cólicas. MS 1.7817.0899. SE PERSISTIREM OS SINTOMAS, O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO. Junho/2026.
Formado em Medicina pela Faculdade de Medicina de Santo Amaro em 1994, com residência em Ginecologia e Obstetrícia no Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo, concluída em 1996. Atuou na liderança de unidades hospitalares e maternidades entre 2004 e 2005, onde adquiriu sólida vivência em gestão médico-hospitalar.
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