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Dor de cabeça em crianças: conheça os principais tipos e causas da cefaleia na infância e veja quando é recomendado procurar o pediatra.
Publicado em: 20/08/2024 - Atualizado em: 07/01/2026
A dor de cabeça em crianças pode surgir de repente e interromper brincadeiras, estudos e até momentos de diversão em família 1.
Para os pais, ver os pequenos sofrerem com esse sintoma é angustiante e gera muitas dúvidas sobre causas, tratamentos e cuidados necessários. Afinal, muitas vezes, o mal-estar aparece sem aviso, e a criança pode se tornar irritadiça, cansada ou retraída, o que dificulta a rotina diária 1.
Nesse contexto, é importante saber que as causas da dor de cabeça infantil são variadas: desde gripes, resfriados e sinusites até outros fatores, como estresse, cansaço, problemas de visão ou excesso de estímulos sensoriais 1.
Assim, entender os sinais, identificar padrões e conhecer os tipos de cefaleia é essencial para que os pais consigam agir de forma adequada para proporcionar conforto e segurança 1.
Neste guia, conheça os tipos mais comuns de cefaleia, os sinais que exigem atenção médica e as medidas preventivas que ajudam a reduzir as crises 1.
Além disso, conheça as opções de cuidados e remédios para enxaqueca infantil, para aliviar a dor de cabeça em crianças de maneira segura, eficaz e adequada à idade.
Resumo
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As dores de cabeça em crianças podem ser classificadas como primárias ou secundárias e, conforme a duração e frequência, dividem-se em três grupos principais, que ajudam a avaliar intensidade, evolução do quadro e necessidade de investigação médica 1:
Vamos entender melhor cada tipo de dor de cabeça em crianças?
A cefaleia aguda surge de forma repentina, geralmente sendo a primeira manifestação do sintoma na criança. A dor tende a se intensificar rapidamente, em minutos ou horas, e pode estar associada a infecções, inflamações ou alterações neurológicas, exigindo avaliação médica imediata em muitos casos 1.
Esse tipo de cefaleia ocorre quando a criança apresenta episódios frequentes de dor com características semelhantes por pelo menos 15 dias. Estresse, ansiedade e sensibilidade à luz costumam ser gatilhos comuns, sendo a enxaqueca e a cefaleia tensional episódica as formas mais prevalentes 1.
A cefaleia crônica progressiva caracteriza-se pela piora gradual de um quadro pré-existente ou pela mudança no padrão da dor. Sintomas, como rigidez no pescoço, dor nas têmporas e náusea, podem surgir, o que torna indispensável a avaliação de um neurologista para descartar condições mais graves 1.
Seja aguda ou crônica, a dor de cabeça infantil pode ser desencadeada ou agravada por diversos fatores. Conhecer as principais causas é importante para auxiliar no diagnóstico e tratamento específico 1,2:
Entenda!
O sistema imunológico infantil ainda está em desenvolvimento, o que torna as crianças mais suscetíveis a infecções, como gripes e resfriados. Essas condições costumam provocar inflamações nas vias respiratórias superiores, o que gera cefaleia secundária acompanhada de febre, dores no corpo e sintomas alérgicos 2.
Mesmo na infância, estresse e ansiedade podem desencadear dores de cabeça frequentes. Situações emocionais intensas favorecem crises de enxaqueca e cefaleia de tensão, o que caracteriza quadros crônicos 2.
Alterações de humor, irritabilidade e dificuldade em ambientes agitados costumam acompanhar esses episódios, exigindo apoio familiar e profissional 2.
A falta de sono adequado é um gatilho comum de cefaleia infantil. Dormir poucas horas ou ter sono de má qualidade gera indisposição e reduz a capacidade de recuperação do organismo. Sem repouso suficiente, o desenvolvimento infantil pode ser prejudicado e o risco de dores de cabeça aumenta 2.
Crianças estão mais expostas a quedas e acidentes durante brincadeiras. Assim, pancadas na cabeça podem causar desde dor leve até concussão ou traumatismo craniano. A intensidade do impacto determina a gravidade do quadro, portanto, é essencial observar sintomas e procurar avaliação médica quando necessário 1.
A ingestão insuficiente de líquidos pode causar cefaleia em crianças, mesmo em casos leves de desidratação. Quando os fluidos perdidos não são repostos de forma adequada, o equilíbrio do organismo fica comprometido. Por isso, estimular o consumo regular de água desde cedo ajuda a prevenir dores e complicações mais graves 3.
Dietas pobres em nutrientes e ricas em alimentos processados favorecem processos inflamatórios e afetam a função cerebral infantil. Assim, a carência de vitaminas e minerais essenciais pode comprometer a imunidade, a saúde vascular e aumentar a incidência de dores de cabeça durante o crescimento 1,2.
O cérebro infantil ainda se desenvolve e é sensível a estímulos excessivos. Desse modo, ruídos altos, luz intensa e sobrecarga sensorial podem desencadear cefaleias, como fonofobia e fotofobia, comuns em crianças e adolescentes. Controlar o ambiente ajuda a prevenir crises de dor de cabeça e protege o bem-estar 1,2.
Erros refrativos, como miopia, hipermetropia e astigmatismo, podem causar esforço ocular, cefaleias tensionais e enxaquecas oculares em crianças. Sem correção adequada, o aprendizado e a concentração são prejudicados. O uso de óculos ou lentes corretivas evita sobrecarga visual e alivia sintomas de dor de cabeça 1.
A sinusite infantil, frequentemente após gripes ou resfriados, provoca inflamação nos seios paranasais e causa dor e pressão facial. Além disso, a proximidade com o sistema nervoso aumenta a chance de cefaleias. Ao tratar adequadamente o quadro, é possível prevenir crises frequentes de dor de cabeça e melhorar o conforto da criança 1.
Algumas cefaleias têm causas mais graves, como problemas odontológicos, otites, hidrocefalia, hemorragias, meningite, hipertensão ou tumores cerebrais. Esses casos podem gerar dores agudas de início súbito, com risco ao crescimento e à saúde. A avaliação médica é essencial ao perceber sintomas suspeitos 1,2.
A enxaqueca pode surgir ainda na infância, inclusive antes dos 10 anos, embora seja mais comum a partir da idade escolar e na adolescência. Em crianças, as crises podem ter duração menor do que em adultos e, muitas vezes, se manifestam de forma recorrente, o que exige acompanhamento médico adequado 1,2.
Agora que você já sabe com qual idade começa a enxaqueca, descubra os principais sintomas e tratamentos.
Sim, esse quadro é considerado relativamente comum e pode afetar crianças de diferentes idades. Entretanto, não deve ser normalizado, pois as crises de enxaqueca infantil impactam o bem-estar, o aprendizado e a socialização. Dores frequentes ou intensas precisam de avaliação médica para diagnóstico e manejo seguro 1,2.
Os principais sintomas incluem dor de cabeça intensa, frequentemente pulsante, que pode ser unilateral, além de sensibilidade à luz e aos sons, náusea, vômito e irritabilidade. Algumas crianças preferem ambientes escuros e silenciosos durante as crises, além de apresentarem cansaço, palidez e dificuldade de concentração 1,2.
Ao sentir sintomas da enxaqueca infantil, recomenda-se que o tratamento medicamentoso tenha orientação do pediatra. Em geral, utilizam-se analgésicos adequados à idade e ao peso da criança, como Neosaldina® Gotas, que contém dipirona em sua fórmula. Evite a automedicação, assim como o uso excessivo, para prevenir riscos e efeitos adversos 1,2.
A dor de cabeça em crianças pode afetar a saúde física, emocional e social, além de prejudicar o humor, o aprendizado e as relações sociais. Crises frequentes de cefaleia e enxaqueca podem causar retraimento, irritabilidade e queda no rendimento escolar, além de sinalizar condições que exigem acompanhamento médico 1,2.
Ambientes barulhentos, com luz intensa e excesso de estímulos costumam agravar os sintomas e fazer com que a criança evite atividades comuns do dia a dia. Muitas passam a preferir lugares escuros e silenciosos, o que revela cansaço e estresse emocional 1,2.
No contexto escolar, esses fatores podem prejudicar a concentração, a socialização e o desempenho acadêmico 2.
Portanto, identificar e tratar corretamente a dor de cabeça em crianças é essencial para preservar o bem-estar e o desenvolvimento global 2.
Sempre que a dor de cabeça em crianças tiver início súbito e aumentar de intensidade em questão de minutos ou horas, é importante procurar atendimento médico com urgência. Também vale a pena ficar atento aos seguintes sinais 2:
Ao tratar os gatilhos, como rinite e sinusite, que aparecem em casos de cefaleias provocadas por doenças, é possível prevenir as crises. Outra maneira é buscar acompanhamento de um psicólogo, para impedir o agravamento do estresse e da ansiedade e, consequentemente, da dor de cabeça provocada pela tensão 1.
Outras dicas importantes incluem 2:
Sim, o medicamento é indicado para adultos e crianças maiores de 1 ano, com ação analgésica e antiespasmódica. Sua fórmula com dipirona, isometepteno e cafeína ajuda a aliviar diferentes tipos de cefaleia, inclusive em crises de enxaqueca, sempre de acordo com a orientação médica quanto à dose 4.
Dessa forma, Neosaldina® Gotas é uma excelente opção de remédio para enxaqueca infantil, visto que seu uso é seguro a partir do primeiro ano de vida 4.
Identificar a causa da cefaleia e adotar o tratamento adequado faz diferença na rotina, no aprendizado e na qualidade de vida dos pequenos. Quando o pediatra indicar uso de remédio para enxaqueca infantil e outros tipos de dor, contar com uma opção eficaz e segura é essencial 4.
Neosaldina® Gotas oferece alívio rápido da dor de cabeça e pode ser usada em crianças acima de 1 ano, conforme orientação médica. Conheça mais e cuide de quem você ama 4.
Neosaldina® Gotas: dipirona, cloridrato de isometepteno e cafeína. Indicações: analgésico e antiespasmódico para o tratamento de diversos tipos de dor de cabeça, incluindo enxaqueca ou para o tratamento de cólicas. MS 1.7817.0899. SE PERSISTIREM OS SINTOMAS, O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO. DEZEMBRO/2025.
Formado em Medicina pela Faculdade de Medicina de Santo Amaro em 1994, com residência em Ginecologia e Obstetrícia no Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo, concluída em 1996. Atuou na liderança de unidades hospitalares e maternidades entre 2004 e 2005, onde adquiriu sólida vivência em gestão médico-hospitalar.
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